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Livros > Literatura Estrangeira > Romance |
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| Ulisses Marco da literatura moderna, esse romance registra, com assombrosa precisão, os eventos de um único dia, 16 de junho de 1904, hoje conhecido e comemorado no mundo inteiro como o Bloomsday. O cenário é a cidade de Dublin, na Irlanda, e os protagonistas são: o propagandista Leopold Bloom, sua esposa Molly e o jovem poeta Stephen Dedalus.
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Editora: Civilização Brasileira
ISBN: 8520000088
Ano: 2000
Edição: 12
Número de páginas: 957
Acabamento:
Brochura
Formato: Médio
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Complemento da Edição: Nenhum
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Um dos romances fundamentais do século XX
Tida como difícil em função da linguagem que não se subordina à sintaxe e à gramática tradicionais, esta obra-prima do maior escritor irlandês estrutura-se a partir da “Odisséia”, de Homero. O judeu Leopold Bloom representa Odisseu (Ulisses é o seu equivalente latino). A cantora Molly, mulher de Bloom, corresponde a Penélope. E o jovem poeta Dedalus faz as vezes do irriquieto e hesitante Telêmaco. Embora levem uma vida mundana, repleta de obsessões pornográficas e moralmente duvidosa, esses personagens são conduzidos dentro de uma perspectiva notadamente épica. Eles e seus atos são descritos com um fraseado que que mistura a fala mais coloquial possível com referências francamente eruditas. Tudo acontece na cabeça dos personagens, ainda assim a narrativa desce a níveis tão absurdos de detalhes que não são poucos os que acreditam que se a cidade de Dublin um dia fosse destruída, ela poderia ser resconstituída a partir deste romance. Não resta dúvida de que a leitura desta obra - que foi publicada pela primeira vez em 1922, em Paris - proporciona uma experiência estética e humana inigualável, ora pela beleza que irradia ora pelo estranhamento que nos causa. -- por Hamilton dos Santos
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Todas as Resenhas (4) HUMBERTO GOLFIERI JR (humbertogolfierijr@terra.com.br) de ,, 01/02/2006 SONETO A JAMES JOYCE |  | | SONETO A JAMES JOYCE
___________________ Humberto Golfieri Jr
01.Fev.2006
São exatos dezesseis de junho;
Ano de mil novecentos e quatro;
Em Dublin, Irlanda, próprio punho;
James Joyce fez teu claro retrato.
Livro que se não lido, assim de fato;
Como tempestade a que se sobrevive;
Para contar a história, enfim ingrato,
És devedor ao livro ... inclusive.
Bloom e Dedalus, protagonistas,
Numa retórica católica liturgista,
Em milhões de sobrenomes conhecidos.
Drena-nos a alma leitora, Ulysses,
“Nous ferons de petities cochonneries”;
Teus escritos já, rudemente repelidos.
| Ailton P. (apliberal@hotmail.com) de S. Paulo, 24/04/2003 Joyceanamente mundo |  | | A intenção de Joyce não é só compor um dia apenas de seus personagens, que já traz em si a história deles em fios de memória tecendo novas imagens que os perseguem - mas é mostrar a essência da modernidade se infiltrando na existência.
Joyce, Kafka e Marcel Proust influenciarão os grandes pensamentos de nosso século, pois buscam revelar o além de realidade, o mais íntimo de nossas almas, esconderijo de imensos labirintos. | Rita e Tonico Carvalho (rtc@mdbrasil.com.br) de Bebedouro - SP, 22/04/2003 À luz de Joyce |  | | A grandiosa narrativa e a introspecção de Joyce conduz o leitor a uma Dublin tão imaginária quanto real, um interlúdio fantástico.
Dedalus e Bloom sublimes constroem uma das maiores narrativas da literatura mundial.
Joyce, Dante, Tolstoi e Machado poderiam naturalmente saudar-se: Como vai, colega! | Lorêdo Filho (loredo@aol.com) de São Luís-MA, 21/04/2003 Eis o Pai de todos os romances |  | | O que dizer de "Ulisses"? O que dizer de uma obra-prima como esta, que rompeu com todas as barreiras, que fez a total ruptura com meio convencional de se escrever? Por mais que se diga que "Ulisses" é genial, que é fantástico, que é sensacional, indestrutível, sempre, sempre, tudo isso vai parecer pouco e ingênuo diante de tal romance. Para mim, soa tolo e imbecil a afirmação de que a obra máxima de Joyce é o maior romance do século XX. Ela é não é nada disso; é, entretanto, muito mais que isso: é o maior (e melhor) romance de todos os tempos da literatura mundial. |
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