| Coletânea de contos de Philip K. Dick, escritor do romance "Do androids dream of electric sheeps!", que foi adaptado para as telas como "Blade Runner". Um dos contos deste livro inspirou o cineasta Steven Spielberg a realizar o filme homônimo estrelado por Tom Cruise. Neles, Dick mostra o cotidiano do homem do futuro e seus problemas. |
Editora: Record
ISBN: 8501065137
Ano: 2002
Edição: 1
Número de páginas: 368
Acabamento:
Brochura
Formato: Médio
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Complemento da Edição: Nenhum
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Todas as Resenhas (3) Luciano Guelfi (lrguelfi@hotmail.com) de Curitiba, 18/01/2003 Muito Bom |  | | Philip K. Dick é um mestre em ficção. Além do conto título (cujo só o tema central baseou o filme), a muitos outros bons contos como "O Que Dizem os Mortos". A maioria dos contos tem finais irónicos e ingmáticos, que deixam pro leitor decedir qual vai ser o final da históra. O único problema são os erros que a editora cometou, erros de digitação do livro, mas fora isso o livro é ótimo | Cynthia de Belo Horizonte, 05/10/2002 Muito melhor que o filme! |  | | Os contos são ótimos, bem construídos e interessantes. Destaque para a lógica perversa do "Jogos de Guerra", e "Podemos recordar para você, por um preço razoável". O pior é descobrir que Spielberg inventou um filme que tem pouquíssimas semelhanças com o conto: descaracterizou John Anderton (que rejuvenesceu e ganhou um filho), idealizou os precognitivos e mudou a história toda (inclusive o final). Assim, o que seria um problema do livro (uma edição para aproveitar a fama do filme) se mostrou um trunfo, pois a possibilidade de comparar conto e filme é fundamental para perceber a deturpação cinematográfica e admirar ainda mais a obra original. | carlos de São Paulo, 25/08/2002 excelente... |  | | coletânea do mestre de sci-fi. O que diferencia Philip K. Dick dos outros escritores do gênero é que ele se concentra nas pessoas, como a tecnologia nos afetará o como a nossa noção de realidade será distorcida por ela.Alguns contos são completamente estranhos, mais a grande maioria são excelentes, e podem até ser encarados como simplificados debates filosóficos sobre a realidade. |
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